Garota de 9 anos arrecada mais R$ 2 mil com venda de laços e doa para Apae em MG

Marina Segretti Castelar já havia doado a mesma quantia para a Santa Casa de Guaranésia (MG).

Menina vende laços de cabelo pelas redes sociais para ajudar instituições.

Marina Segretti, de nove anos, continua campanha para ajudar mais instituições com vendas de laços em Guaranésia (MG) Arquivo Pessoal/Marina Segretti Promessa é dívida e a pequena Marina Segretti Castelar, de 9 anos, cumpriu.

Depois de ter doado R$ 2 mil a venda de laços de cabelo para a Santa Casa de Guaranésia (MG), a garota disse que continuaria a campanha para ajudar outras instituições.

E, nesta quinta-feira (30), ela fez nova doação, desta vez para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da cidade do Sul de MG.

Para que esta nova boa ação fosse feita, Marina vendeu os scrunchies (laços que podem ser usados no cabeço ou como acessório no braço) para cerca de 250 pessoas.

Foram confeccionados mais de 1.300 unidades pela avó da garota, que é a responsável pela produção das peças. Mesmo já tendo ajudado duas entidades, Marina avisa que a campanha não vai parar por ai.

Chamada de ‘Santa Causa’, a ação ocorre com a venda dos laços pelas redes sociais da garota e também da mãe dela, Valquíria Segretti Castelar.

Marina Segretti entregou o cheque com a doação para a Apae de Guaranésia (MG) Arquivo Pessoal/Marina Segretti A ideia e a ajuda da avó Em entrevista ao G1, Marina contou que idealizou a ‘Santa Causa’ no começo de junho e, então, contou para a família.

E a avó dela, dona Nadir Franco Segretti, de 85 anos, é quem começou a fabricar os scrunchies, que são vendidos por R$ 5 a unidade. “Em junho eu tive a ideia de começar a campanha ‘Santa Causa’ para ajudar a Santa Casa de Guaranésia a comprar um novo respirador.

A ideia que eu tive foi fabricar scrunchies, que podem ser usados como pulseira ou laço para cabeço.

Falei com a minha mãe, minha avó e toda família.

Todos toparam, sendo que até agora fabricamos mais de 900 [unidades]”, relembra a garota. E a pequena Marina continua com as vendas e não quer parar ‘apenas’ com as doações feitas para a Santa Casa e para a Apae de Guaranésia.

Ela garante que “mais para frente outras instituições também serão ajudadas”.

As vendas são realizadas pelas redes sociais da pequena Marina e também da mãe dela. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas
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